Abicol divulga expectativa do mercado para o 1º semestre

postado em 14 de Maio de 2024 17h00

A Associação Brasileira da Indústria de Colchões (Abicol) divulgou os resultados da sondagem "Panorama Setor Colchoeiro - Expectativa 1º semestre 2024", revelando as perspectivas e desafios enfrentados pelas empresas do setor. Com a participação de fornecedores e fabricantes, a sondagem apontou que 44% acreditam que 2024 será melhor que 2023, enquanto 22% preveem um cenário pior e 34% esperam que seja igual.

 

Entre os participantes, a maioria das empresas se localiza na Região Sudeste (63%), seguida pelas Regiões Sul (15%) e Centro-Oeste (15%), Nordeste (7%) e Norte (0%). 

 

Os principais desafios que impactam negativamente o desempenho da empresa, apontados pelos respondentes, incluem concorrência desleal (54%), flutuações na demanda do mercado (44%), concorrência intensa no mercado (41%), dificuldade em formar e manter mão-de-obra qualificada (34%), custos operacionais elevados (29%) e regulações e burocracia (17%). Outros desafios citados foram: importação de países asiáticos praticando dumping, custos com impostos, crédito e custo Brasil. 

 

Em relação ao faturamento do primeiro semestre de 2024 em comparação com o mesmo período de 2023, apenas 20% esperam redução entre 10% e 30%, enquanto 27% preveem redução de até 10%. Por outro lado, 24% projetam aumento entre 10% e 30%, 12% acreditam que o aumento será de até 10%, e apenas 2% esperam um aumento maior que 30%. 

 

A expectativa de produção de colchões entre as fabricantes para o mesmo período indica que 17% esperam redução na produção entre 10% e 30%, e 7% preveem redução de até 10%. Entre aqueles que avaliam aumento na produção, 15% projetam aumento de 10%, enquanto 10% preveem aumento entre 10% e 30%. Para 5% dos participantes, a produção será igual à do primeiro semestre de 2023.

 

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Quanto às vendas de colchões, 12% esperam redução entre 10% e 30%, e 12% preveem redução de até 10%. Já em relação à expectativa de aumento nas vendas, 15% consideram aumento de 10% a 30%, enquanto 12% esperam aumento de até 10%. Para 5% dos fabricantes de colchões, o número de colchões vendidos no primeiro semestre de 2024 será igual ao do primeiro semestre de 2023.

 

Os resultados refletem o cenário desafiador, complexo e competitivo vislumbrado pelos participantes da sondagem. Embora a maioria acredite que 2024 será melhor do que 2023, a soma daqueles que esperam que seja igual ou pior supera o índice dos otimistas. A sondagem revelou que, para alcançar o ponto desejado, com resultados mais prósperos, a maioria entende que o mercado precisa melhorar de maneira bem considerável.

 

Para ver a sondagem “Panorama Setor Colchoeiro - Expectativa 1º semestre 2024” na integra clique aqui.